


Fundado por Deyse Cruz em abril de 1996 na cidade de Marica, o Jornal TOCHA - Esporte, Cultura e Meio Ambiente tem como objetivo principal, divulgar, promover e incentivar atividades esportivas e culturais;e atividades ligadas ao meio ambiente e a preservação da natureza. Conheça o PROJETO TOCHAVERDE e LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA Veja os blogs: WWW.TOCHAOFERTASIMOBILIARIAS.BLOGSPOT.COM - www.tochajuda.blogspot.com (e-mail: tochaverde@gmail.com) "Confie no Senhor e só nele creia"



A LEI DE IMPRENSA FOI DECRETADA NO GOVERNO DO PRESIDENTE MARECHAL HUMBERTO E ALENCAR CASTELO BRANCO
Em fevereiro de 1967 foi decretada a Lei de Imprensa, cuja finalidade era controlar o fluxo de informação na imprensa nacional, assim como regular e conter o trabalho dos jornalistas que trabalhavam nestes veículos.
A lei continuou a ser válida no Brasil mesmo depois da re-democratização, sendo finalmente declarada nula por ser incompatível com a Constituição de 1988 pelo Supremo Tribunal Federal em 2009.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

BÚZIOS - RIO DE JANEIRO
Dia 23 de Julho, o Cine Bardot foi palco para a Avant-première do longa-metragem brasileiro “À DERIVA”, de autoria do diretor Heitor Dhalia. Rodado em Búzios, foi o único filme brasileiro a concorrer na mostra paralela do Festival de Cinema de Cannes recentemente, onde o público aplaudiu de pé por cinco minutos após a exibição.
O cineasta Mário José, proprietário do Cine Bardot, idealizador do Festival de Cinema de Búzios e apoiador desta Avant-première, acredita que esta é uma bela oportunidade para Búzios ser destaque nas telas de cinema. “Búzios já é palco para um dos mais importantes Festivais de Cinema do Brasil. Com a filmagem do “À DERIVA”, a cidade litorânea, antiga aldeia de pescadores, torna-se mais uma vez, vitrine para o mundo através das suas belas paisagens”. Mário ressalta ainda “que o diretor Heitor Dhalia fez questão de fazer a Avant-première aqui com o objetivo de valorizar a comunidade local”.
Em Cannes, Heitor afirmou se sentir honrado pelo fato do filme estar sendo exibido lá e dedicou a sessão à atriz Laura Neiva, a Filipa do filme, em seu primeiro papel no cinema. Dhalia contou que o filme teve a possibilidade de integrar a mostra competitiva em Cannes, mas acabou prevalecendo o que os organizadores sinalizaram: a mostra "Um Certo Olhar". "Essa seleção foi a melhor de muitos anos, só com grandes nomes", disse ele. "Foi um ano muito disputado, para se ter uma idéia até o "Tetro", de Francis Coppola, foi recusado."
O FILME
"À Deriva" conta a história de Filipa (Laura Neiva), uma adolescente de 14 anos em férias de verão com a família em uma praia, que faz o rito de passagem para a idade adulta em meio às descobertas do amor com a turma de amigos e a separação iminente dos pais, o escritor Mathias (Cassel) e a professora Clarice (Debora Bloch). Dhalia constroi um retrato sensível e delicado da adolescência, ancorado por uma fotografia que dá um tom de memória e nostalgia, como se a história fosse contada por uma Filipa já mais velha, muitos anos depois, mas sem apelar ao recurso fácil do flashback. Cassel domina bem o português, mas é Debora Bloch quem rouba a cena, construindo com sutileza uma mulher fragilizada pela crise no casamento, capaz de um grande gesto de força ao final. O parceiro e produtor Fernando Meirelles - sócio da O2 Filmes, uma das produtoras do filme -, disse que o longa já deve ter feito derramar uns cinco litros de lágrimas pela sua sensibilidade, mesmo tendo sido mostrado para tão pouca gente. As mulheres, especialmente, não conseguem resistir. Tudo é sensível em 'À Deriva', mas a Debora Bloch está acachapante".
Dhalia disse que procurava uma história de praia, algo que não tem traços autobiográfico mas é "fortemente pessoal". A trama da garota de 14 anos que descobre que seu pai tem uma amante "parece uma história leve, mas é muito mais profundo do que parece. Fala de família, que é o grande tema universal e esse é um tópico delicado para todo mundo", nas palavras do diretor. Sobre a presença de Cassel, Dhalia confessa que estava com dificuldade de achar um bom ator na faixa dos 40. “Então, como é uma co-produção da O2 com a Focus, achamos que alguém de fora poderia ser interessante. Um dia, durante o carnaval, eu tinha trabalhado muito e resolvi parar para ver TV. A emissora mostrou um desses camarotes da avenida e apareceu o Vincent Cassel com a Mônica Belucci. Ele deu a entrevista em Português. Aí me deu um click na hora: É ele".
Laura Neiva, a Filipa do filme, mostra segurança em seu primeiro papel no cinema e sua boa atuação deve render convites para novos trabalhos. A Filipa dos sonhos de Dhalia, Laura Neiva, foi encontrada na internet, no site de relacionamentos Orkut. Ana Luísa, assistente de casting da produção, entrou em contato com a menina por meio da ferramenta de recados na página do perfil dela. "No início, eu achei que era brincadeira e nem dei bola", contou Laura,"mas depois, ela insistiu e eu acabei falando com os meus pais. Essa foi a parte mais difícil."
“À Deriva", que traz no elenco duas estrelas internacionais, o francês Vincent Cassel (Senhores do Crime) e a americana Camilla Belle (10.000 A.C.), é o primeiro de cinco longas-metragens previstos num contrato de co-produção entre a O2 Filmes e a Focus Filmes (braço independente da major Universal Filmes). No elenco conta ainda com Déborah Bloch, Taís Araújo e Cauã Reymond. A exibição do filme foi fechado exclusivamente para convidados e contou com a presença de jornalistas, convidados, atores e diretores. Após a exibição, um coquetel com Freixenet, patrocinado pela PREEBOOR.
Fotos: Marcelo Dutra -

ÍNDOLE vem de berço, você sabe!!!
DOIS PRESIDENTES NORDESTINOS
Ao ver o Presidente Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história buscada no fundo do baú:
Em 1966 o presidente Castelo Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente Castelo Branco, telefonou mandando que ele devolvesse o carro.
O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo. O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
- "Meu irmão, afastado do cargo você já está! Estou decidindo agora se você vai preso ou não".
Nas próximas eleições, vamos votar em mentes novas, novos candidatos... E assim, dizer não aos políticos atuais é combater a corrupção, dar um pouco de moralidade e de dignidade ao Congresso Brasileiro. Porque os atuais 90% dos ocupantes da casa (eu não preciso dizer mais nada) não são dignos de estarem lá!
.jpg)
Neto de Sarney zombava com benesses, revela gravação
SÃO PAULO - Parte dos diálogos gravados pela Polícia Federal (PF) na Operação Boi Barrica mostra que, em privado,
Numa conversa com o pai, Fernando Sarney, o estudante João Fernando Michels Gonçalves Sarney, neto do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), admite que, embora estivesse pendurado na folha de pagamento do Senado como funcionário do gabinete de Epitácio Cafeteira (PTB-MA), não costumava aparecer para trabalhar. Às gargalhadas, João conta ao pai que foi chamado por Cafeteira no gabinete para uma conversa. ?Fui lá achando que era alguma coisa importante (...) e ele falou: ''Não, pô, eu só queria te ver''.?
Filho de Fernando Sarney com a ex-candidata a Miss Brasília Rosângela Terezinha Michels, João, de 22 anos, foi nomeado assessor de Cafeteira em 1º de fevereiro de 2007. Ele ficou no cargo, que lhe rendia salário mensal de R$ 7,6 mil, até 3 de outubro do ano passado. Foi exonerado por força da súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o nepotismo no serviço público. Como revelou o Estado, no mês passado, a exoneração se deu por ato secreto, para não chamar atenção. Para o lugar do estudante, foi nomeada a mãe dele.
Na conversa gravada pela PF em 25 de março de 2008, Fernando diz ao filho, que mora em Brasília, que tinha passado pela cidade naquele dia, em escala rumo a São Paulo. João aproveita para contar a conversa com Cafeteira. ?Depois eu te conto o que o senador me aprontou?, diz, em tom de galhofa. ?Tu ligou pra ele e perguntou se eu tava indo trabalhar, não foi??, pergunta ao pai. Fernando Sarney diz que sim.João, então, desfia a história: ?Pois é. Eu cheguei de viagem ontem, né, só que eu tava com dor de barriga, né (...) Passei o dia inteiro em casa, não fui nem para a faculdade. Aí me ligou a secretária (de Cafeteira), dizendo ela que era pra eu ir pra lá porque ele queria falar uma coisa comigo?. Fernando também gargalha. É quando João relata a ?peça? que Cafeteira lhe pregou repetindo o que ouvira do senador: ?Teu pai perguntou se você tava trabalhando e eu tinha que te ver pra falar pra ele.?
Quando o Estado revelou o caso de João, Cafeteira, velho aliado de José Sarney, negou que o neto do presidente do Senado fosse funcionário fantasma. Assessores do gabinete, no entanto, disseram não haver nenhum João entre os servidores que davam expediente ali.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SUGESTÃO DE UM LEITOR: Realmente não sei!!!Olavo, eu estava propondo que a UNE saia em apoio ao apoio dado por Lula ao Sarney.Imaginem os estudantes esquerdistas com camisetas do Chê e bigodinhos do Sarney carregando faixas em protesto a perseguição cruel da imprensa ao inquestionável Sarney!!! Imaginem os gritos: " Em Lula votei, agora é Sarney!!! Propus também a CUT sair e fazer um abraço simbólico no Congresso em apoio ao seu presidente!!! Não seria demaiiiisssss!!!!!Imaginem o MST gritando nas ruas: Collor, bandido, agora estou contigo!!! Esse mundinho dá voltas, não é mesmo??? Abraços!!!"


TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00 Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?
Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social, mas nesta semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro! Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545. Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões. Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Obrigado !!
Recebido de um professor de verdade!




Cliquem no link abaixo e tenham uma aula de História do Brasil pelo Diário do Comércio.
Vale a pena guardar para pesquisa, ou mesmo para contrariar o ditado de que "brasileiro não tem memória".
http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/index.htm
Recebido de uma colaboradora - Maria José

Dia 14 de julho, comemorou-se na França e mundialmente a Tomada (ou Queda) da Bastilha, evento que simboliza a vitória da Revolução Francesa, em 1789, que derrubou a monarquia e levou à instituição da Primeira República francesa.
Alguns anos antes, em 1776, no mesmo mês de julho mas no dia 4, ocorrera a Declaração da Independência americana e a instituição do regime republicano no novo país que se criava.
É notória a influência de pensadores franceses, em particular Montesquieu e suas idéias a respeito da separação dos poderes, sobre os “Founding Fathers” da revolução e da república americanas. Outra inspiração dos americanos foi Rousseau (que era franco-suíço).
Também na França ambos, Rousseau e Montesquieu (bem como Voltaire, Diderot e outros iluministas), forneceram o embasamento do novo regime republicano.
Tudo isso para lembrar que a constituição do Estado republicano moderno inclui, intrinsecamente, a existência de três poderes independentes entre si: o Executivo, que gerencia o dia-a-dia, o Legislativo, que vigia o Executivo e estabelece as normas para o funcionamento do Estado, e o Judiciário, voltado para a resolução de conflitos e a distribuição de punições em caso de descumprimento do arcabouço legal definido pelo Legislativo.
O Brasil define-se como “República Federativa”. Se examinada sob o ponto de vista formal, nossa Constituição estabelece a independência entre os três poderes e as funções de cada um deles.
Contudo, será que isso se verifica na prática?
É notório que não. Contrariamente ao que a Constituição define, o Legislativo brasileiro se transformou em coadjuvante do poder Executivo.
Por meio do mecanismo de nomeações de pessoas para ocupar os chamados “cargos de confiança” em órgãos da administração, o Executivo coopta uma quantidade suficiente de parlamentares para assegurar uma maioria (a chamada “base de apoio”) e, a partir disso, nada de braçada.
O fundamento da negociação que se estabelece entre o Executivo e o Legislativo para “garantir a governabilidade” se divide em dois pontos fundamentais:
1) O Legislativo não deve fiscalizar o Executivo; 2) e o Legislativo deve abrir caminho para a promulgação de matérias do interesse do Executivo.
Em outras palavras, em troca de cargos na administração, os partidos políticos da “base” impedem que as Casas legislativas fiscalizem o Executivo e aprovam os projetos de lei oriundos do governante. Conforme demonstrado em relatórios da Transparência Brasil realizados no âmbito do projeto Excelências, nas principais Casas Legislativas brasileiras é altíssima a porcentagem de Projetos de Lei (incluindo-se Medidas Provisórias) de iniciativa do Executivo que são aprovados, em contraste com iniciativas dos próprios parlamentares.
Esse é um padrão que se verifica não só na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, mas também nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores.
Ao se tornar cada vez menos relevante, a atividade legislativa deixa de atrair interessados de melhor qualidade, abrindo espaço para caçadores de renda. Isso explica a sucessão de escândalos que atinge o Legislativo.
Embora a imprensa brasileira tenda a cobrir preferencialmente Brasília, descuidando do que acontece no plano local das Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, o panorama nestas Casas é idêntico: desmandos, ilegalidades, favorecimentos, nepotismo e tantas outras mazelas são tão comuns (ou mesmo mais comuns) quanto no Senado e na Câmara dos Deputados.
Isso se reflete naquilo que a Transparência Brasil apontou recentemente como a presença de uma crise institucional, em que a população deixou de depositar confiança no poder Legislativo e nos políticos, e passou a considerar o ato de votar em parlamentares como algo irrelevante.
No Brasil, usa-se com demasiada facilidade essa expressão “crise institucional”.
No caso, não há exagero ou descuido: estamos, sim, em meio a uma grave crise institucional.
O regime brasileiro deixou de ser uma República, tendo se transformado num absolutismo disfarçado.
Temos um imperador analfa, de plantão, comprando todo mundo, desde miseráveis (bolsa) até banqueiros (juros).....................
foto: A liberdade guiando o povo, de Eugène Delacroix (1798-1863), pintado mais de 40 anos depois da Revolução, é um dos símbolos da Revolução Francesa.
"A política brasileira está acabada, há muito tempo. Está mergulhada, afundada e atolada na desonestidade, na prepotência, na velhacaria, na impunidade, na vigarice, no corporativismo bandido e cínico, no verdadeiro crime político organizado. Tudo o que essa classe política faz é proteger o crime e os criminosos, e prejudicar o cidadão de bem. Os políticos brasileiros têm sido irresponsavelmente tolerantes com narcotraficantes, assassinos profissionais (pistoleiros e exterminadores), sequestradores, contrabandistas, assaltantes de todo tipo (cargas, bancos, empresas, residências,quartéis, hospitais,condomínios etc.), exploradores de jogos ilícitos, autoridades bandidas, etc.
Esses políticos não entendem nada de segurança pública, nem de justiça, nem de repressão ao crime. A inoperância deles está prejudicando o nosso país, a nossa gente.São inimigos do Brasil e dos brasileiros. São aproveitadores inescrupulosos querendo tirar o máximo de vantagens para a sua turma às custas dos impostos extorsivos que cobram aos cidadãos honestos. É a ditadura da politicagem que escraviza toda a sociedade honesta, séria e trabalhadora do Brasil.Esses políticos prejudicam nossa aposentadoria, nosso emprego, nosso salário, nossa poupança,nosso FGTS, nosso Imposto de Renda, nosso precatório, nosso Plano de Saúde,nossa segurança pública, nossas gerações futuras.Em suma, tudo que fazem é destruir nosso país,nosso povo."
Constrangedor é saber que 66%, 2/3 da população, desde analfabetos até milionários, aprovam essa corja......Posso concluir que 22% são fanáticos, 22% foram comprados e 22% foram enganados com a propaganda "nunca antes neste país...."
Recebido de um visitante que entende das coisas...

A jornalista, assessora de imprensa da Prefeitura desde 2005 e há dois anos coordenando o Departamento de Jornalismo, assumiu a Secretaria cheia de ânimo e muitas idéias.
A Comunicação da Prefeitura de Rio das Ostras está sob novo comando. Desde o dia 1º de julho a jornalista Carla Soares é a secretária da pasta. Assessora de Imprensa da Prefeitura desde 2005 e coordenadora do Departamento de Jornalismo há dois anos, para Carla a comunicação do governo riostrense não é novidade. Mesmo assim, a nova secretária assume cheia de ânimo e idéias.
“Conheço bem a minha equipe, por isso sei que podemos fazer um excelente trabalho. Já encaminhei para o prefeito uma análise detalhada de todos os pontos fortes e fracos da comunicação do governo com uma série de sugestões e propostas que, assim que aprovadas, colocaremos em prática”, destacou Carla.
De acordo com a secretária, as novas metas da Secretaria de Comunicação são: divulgar para outros estados e regiões o potencial turístico de Rio das Ostras e fazer com que a população riostrense tenha mais acesso à informação e ao trabalho realizado pela Prefeitura.
A nova secretária tem 34 anos e é mineira de Santa Rita do Sapucaí. Formada em Jornalismo desde 2001, Carla já foi editora de Política em jornais do interior de Minas Gerais e Rio de Janeiro, assim como assessora de imprensa de políticos. A jornalista chegou a Rio das Ostras em 2004, quando assumiu a assessoria de imprensa da campanha para prefeito de Carlos Augusto, na época vereador e presidente da Câmara Municipal. Desde então, Carla sempre fez matérias e cobriu eventos ligados diretamente ao gabinete do Prefeito, tornando o seu nome uma escolha natural para o cargo na visão dos funcionários da Secretaria.





Cabo Frio recebe projeto “Caminhadas na Natureza”
Acontecerá dia 28 de junho, no bairro Peró, em Cabo Frio, o projeto “Caminhadas na Natureza”, organizado pelo HI Peró Hostel – Ecoturismo com apoio da Prefeitura de Cabo Frio.
O evento pretende reunir 150 pessoas em uma caminhada ecológica que sairá da Rua Coutrim (em frente ao Peró Hostel), às 8h, e terá a duração de 13 quilômetros.
A caminhada vai seguir pelo bairro do Peró, incluindo parte da APA do Pau Brasil, dunas e praias do Peró, Conchas e Brava, além do morro do Arpoador, da Boca da Barra e Ilha do Japonês.