


Fundado por Deyse Cruz em abril de 1996 na cidade de Marica, o Jornal TOCHA - Esporte, Cultura e Meio Ambiente tem como objetivo principal, divulgar, promover e incentivar atividades esportivas e culturais;e atividades ligadas ao meio ambiente e a preservação da natureza. Conheça o PROJETO TOCHAVERDE e LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA Veja os blogs: WWW.TOCHAOFERTASIMOBILIARIAS.BLOGSPOT.COM - www.tochajuda.blogspot.com (e-mail: tochaverde@gmail.com) "Confie no Senhor e só nele creia"




Foto do dia: Fugindo da guerra do Afeganistão, um senhor de idade estabelece um lar temporário com vista das montanhas que ele amou.
REPARE QUE ATÉ A BENGALINHA ESTÁ DEBAIXO DA CAMA E TRANQUILO ELE LÊ...
From the National Geographic book Reza War + Peace, 2009

Estou ficando velho...Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Estou velho.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros.Estou muito velho. Não quero ouvir mais noticias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Ou de meninos esquartejados pelos pais por serem 'levados'...Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Sinto-me mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele, idoso como é, ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada.Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro, e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amado por minha mulher e filhos, assim como pelos meus amigos mais íntimos. Nada mais me comove... Estou bem envelhecido. E acabo de cometer mais um erro! Descobri que ainda sou capaz de me comover e de me emocionar.
O patriotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu. Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: 'Dai pão a quem tem fome'. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade.. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico:'Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro?Perguntei-lhe!E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas:Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado.Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei...Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.
'Mesmo que ela seja o último brasileiro patriota, valeu a pena viver para ler o texto. Por isso estou enviando para você. De alguém que ama muito o Brasil.
Na rede sem autoria definida





Clauber Campos Cecconi - Artista PlásticoAntes de dedicar-se inteiramente à pintura, Cecconi já era conhecido pelos seus trabalhos de ilustrações publicitárias e no campo editorial por suas capas de livros e seus desenhos a nanquim, tal versatilidade provavelmente era decorrente de suas buscas constante no desenho.Cecconi, já nos primeiros anos da década de 60. recebera vários prêmios por seus desenhos e pinturas apresentados nos salões de arte de que participava. Em 1988 partiu em direção à pintura, dedicando-se totalmente seus dias. horas e minutos. Largou a publicidade e as editoras, envolvendo-se de corpo e alma à pintura ou a arte pura. Em 1992 ganhou o prêmio de viagem à Europa pela Universidade Estácio de Sá.No velho continente "Europa", descobriu e iniciou uma nova fase em sua pintura; seus temas prediletos ficou sendo: feiras de flores parisienses, os recantos floridos de Levens e Nice no Sul da França, gondoleiros nos canais de Veneza" as ruínas de Roma e os interiores das Catedrais EuropéiasA repercussão do seu trabalho chegou as mãos de colecionadores europeus, acervos de norte americanos, japoneses, argentinos, galerias de arte do Rio de Janeiro) Paraná, Florianópolis, Vitória, Recife outros estados. Recebeu vários convites para individuais e participou de inúmeras coletivas etc. .Ao longo de 44 anos de pintura, Cecconi, alcança com sua arte realmente excepcional, a universalidade a que tem direito.Recebeu no dia 08 de outubro de2004, o título de Imortal da Academia Brasileira de Belas Artes, cadeira de grau nº15, que tem o pintor Pedro Américo como Patrono.
FONTE: http://www.cecconiarte.com/
OBSERVE BEM QUE AS PINTURAS DESTE ARTISTA PARECE ATÉ FOTOGRAFIA!


NO DIA DAS MÃES GANHEI DE UMA DE MINHAS FILHAS, DA CAÇULA, UM DVD HÁ MUITO ESPERADO, DE ANDRE RIEU .
EM AGRADECIMENTO A ELA QUE É ESTUDANTE DE MEDICINA VETERINÁRIA , PRATICANTE DE HIPISMO RURAL DESDE OS QUATRO ANOS, UMA APAIXONADA POR ANIMAIS E EM ESPECIAL POR CAVALOS PRESENTEIO A ELA E A VOCÊ TAMBÉM COM - THE LIGHT CAVALRY (cavalaria ligeira) E SHOSTAKOVICH.
Andre Rieu em Cortona (Toscana - Italia) regendo the light cavalry (clássico)
NÃO IMPORTA SE VOCÊ APRECIA OUTROS GENEROS DE MÚSICA, TENHO CERTEZA VOCÊ VAI GOSTAR MUITO.
RELAXE, CURTA , DEIXE O SOM BEM BAIXO E DEPOIS FAÇA SEU COMENTÁRIO!





Victor Hugo, foi campeão do Campeonato Interno GFT, dia 18/04/09, na categoria absoluto, faixa branca à roxa. VOCÊ É AQUELA PESSOA QUE TODO INÍCIO DE ANO DIZ PARA SI MESMO:
-"ESTE ANO EU VOU INICIAR (MAIS UMA VEZ) UM CURSO DE INGLÊS?"
BEM, VOCÊ ATÉ FAZ A MATRÍCULA MAS, POR PROBLEMAS DE TRABALHO, HORÁRIOS VOCÊ SEMPRE DESISTE!
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Domingo, dia 03 de maio, tem marionetes no Teatro Carlos WerneckPARA TODAS ASPESSOAS E EM ESPECIAL PARA OS ESTUDANTES.
A revistaVEJA liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.
É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa.
Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web. A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital/
O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.. O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos. Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa.

“PORQUE UMA VOZ COMO AQUELA NÃO PODERIA PERDER-SE..."
DIARIAMENTE, MUITOS E-MAILs - ENTRE TANTOS, POUCOS TÊM ALGUM SIGNIFICADO.
GOSTARIA QUE VOCÊ, ATENTAMENTE, APRECIASSE A MENSAGEM ABAIXO E FAÇA SEU COMENTÁRIO.
Eis uma história que nem todos conhecem, mas que nos leva a pensar como precisamos de conviver com a rivalidade. Refiro-me a dois tenores (os dois da ponta na foto) que encantam o mundo individualmente ou quando cantam juntos: Plácido Domingo e José Carreras.Mesmo para quem nunca visitou Espanha, é conhecida a rivalidade que existe entre os catalães e madrilenos, dado que os catalães lutam pela autonomia, numa Espanha dominada por Madrid
.Pois bem… Plácido Domingo, é madrileno e José Carreras, é catalão. Devido a questões políticas, em 1984 ambos os cantores tornaram-se inimigos.Sempre muito solicitados em todo o mundo, ambos faziam questão de exigir nos seus contratos, que só actuariam nesse espectáculo se o adversário não fosse convidado.
Mas em 1987 apareceu ao tenor José Carreras um inimigo bem mais implacável e cruel: a leucemia! A luta que então encetou para combater este terrível cancro foi muito difícil, tendo-se submetido a vários tratamentos desde um transplante de medula óssea, a mudanças de sangue, que o obrigava a viajar mensalmente para os Estados Unidos.Nestas circunstâncias, não podia trabalhar e, apesar de ser dono de uma razoável fortuna, os elevadíssimos custos das viagens e dos tratamentos iam lapidando todo o seu património.
Quando já não tinha mais condições financeiras para poder continuar os tratamentos, chegou até ele a informação da existência de uma fundação em Madrid, cuja finalidade era a de apoiar o tratamento para doentes com leucemia. Graças ao apoio da “Fundação Formosa”, José Carreras venceu a doença e voltou a cantar e a receber os altos cachês que merecia pela sua maravilhosa voz.
Em reconhecimento, resolveu associar-se à fundação que lhe salvou a vida. Foi ao ler os estatutos, que descobriu que, o seu fundador, maior colaborador e presidente da fundação era, nem mais nem menos, que o seu inimigo, Plácido Domingo.
Depressa soube que ele tinha criado esta fundação para ajudá-lo e que se tinha mantido no anonimato para que ele, Carreras, não se sentisse humilhado ao aceitar auxílio de um “inimigo”.
O mais comovente, foi o encontro de ambos: surpreendendo Plácido Domingos num concerto em Madrid, Carreras interrompeu a actuação, subiu ao palco e, humildemente ajoelhou-se aos seus pés, pediu-lhe desculpas e agradeceu-lhe publicamente. Plácido ajudou-o a levantar-se, abriu-lhe os braços num forte abraço e ali selou o princípio de uma grande, bela e eterna amizade.Mais tarde, uma jornalista perguntou a Plácido Domingo, porque razão criara a “Fundação Formosa”, num gesto que, além de ajudar o “inimigo”, ajudava também o único artista que poderia fazer-lhe concorrência.
A sua resposta foi curta e definitiva: - “Porque uma voz daquelas, não poderia perder-se”. Esta é uma história bem real que nos conta um acto de nobreza humana, que deveria servir de exemplo e inspiração para todos nós.
www.slidshare.net/pedorman/placido-domingo-jose-carrera-lucha-tenor



Três dias que demonstraram não só a energia do povo que lotou a praça do evento mas também a união entre todos os participantes desde a equipe de produção da Delfim Moreira até os comerciantes que atenderam de forma profissional ao público, passando pelo apoio da Prefeitura Municipal com a Guarda Municipal, a ambulância com enfermeiros, o carro de som que puxou a cavalgada, a defesa civil e a subprefeitura do espraiado.
Difícil seria enumerar os responsáveis pelo sucesso da festa, mas o povo, com certeza foi o principal personagem. O número de cavaleiros reunidos no Rancho Ubatã na parte da manhã já anunciava o sucesso do evento. A maior comitiva já envolvida deixou o local rumo ao espraiado após as orações e a tradicional churrascada oferecida pelo Sr Jacinto Caetano que esteve presente ao evento todos os dias.
A polícia Militar acompanhou todo o percurso e uniu-se a Policia Rodoviária na chegada à RJ 104. Não apenas o dever de estar escoltando um enorme numero de pessoas mas o respeito pela demonstração de religiosidade fizeram com que todos chegassem ao Espraiado com a reverência que a data merecia. Os próprios cavaleiros ficaram agradecidos, pois pela primeira vez um grande espaço estava à disposição para que os cavalos fossem colocados. Espaço este cedido pelo Sr Juarez, proprietário da Grande Fazenda ao lado da Capela e que também abrigou todos os carros, terminando com o problema de estacionamento.
A missa foi celebrada em uma grande tenda com altar e iluminação especial pelo Padre João Serra - Um momento que com certeza não será esquecido pelos fiéis. Logo após o Grupo Forró Brasil começou sua apresentação com a participação especial de Manhoso. Depois a vez foi do grupo Swing Kariok. As atrações seguiram-se. Dois shows por dia e um palco com pista de dança para que o forró não perdesse o rumo.
No segundo dia Trio Xique Xique e irmãos Liandro e no terceiro Forrozão Eclipse e Grupo Art Dance. A criançada não foi esquecida. À tarde aconteciam apresentações de mágicos e a recreação magistralmente comandada pela coreógrafa Beth Morgado. Wall Araújo também brilhou entre os baixinhos e um parquinho lembrava a alegria de ser criança.
A chuva veio apenas no primeiro dia, mas as grandes tendas serviram de abrigo e o trabalho de colocação de manilhas feito na semana anterior escoou a água com perfeição, sem nenhum problema. Até a chuva foi embora rapidinho, pois viu que ali não iria se criar.
Jaquinho e sua turma deram um show na preparação do terreno. O eletricista Garrincha trabalhou dobrado para colocar a iluminação em todo o evento a tempo pois a Ampla...sim, a Ampla, teve que ser a nota negativa da festa. Mesmo com as taxas pagas ( R$ 1.970,00) e pedidos feitos conforme determinação da companhia, o transformador não foi instalado. O prejuízo para o evento teria sido incalculável em vários sentidos, não fosse a presteza da equipe Delfim Moreira em trazer um grande caminhão gerador do Rio de Janeiro para que toda a iluminação do evento (e não era pouca) fosse mantida em potencia máxima.
A Ampla também deu o tom de "piada pronta" quando no segundo dia às 17 hs enviou uma equipe para "fiscalizar" a instalação. A própria equipe teve que se deparar com um tremendo vazio no lugar onde deveriam estar um poste e um transformador - fato que seria cômico se não fosse trágico e demonstrasse o descaso da empresa com o município.
Enfim, uma festa onde sobrou animação, recorde de público e com um nível de qualidade demonstrado até no grande Vagão banheiro, elogiado por todos. Uma festa que demonstra que, ao contrário do que dizem os derrotistas de plantão, a população de Maricá busca a qualidade e o profissionalismo e sabe retribuir quando o encontra.
Isabel Garnett
NOTINHAS DO JORNAL TOCHA: Obrigada pela matéria que trouxe muitas saudades daquele tempo em que eu tinha que levar Maria Veronica para todas as festas e cavalgadas... tempo bão!
Delfim Moreira que bom que você me achou... Sucesso no seu trabalho e parabéns pelo evento. Deyse Cruz


PORQUINHOS FELIZES!!!!!!1º Torneio de Duplas Mistas de Volei de Praia em Unamar foi realizado na quadra em frente a esquina da Rua D com Av. Beira Mar,(Orla) , infelismente SEM ÁGUA PARA MOLHAR A QUADRA E BANHO DE CHUVEIRO PARA OS PARTIPANTES E TODA A GALERA PRESENTE.
Com o objetivo de oferecer mais conforto para os atletas e também para alunos de escolas da proximidade que utilizam a quadra para pratica de atividades esportivas, por iniciativa da mesma pessoa que preparou o espaço para a quadra e bancou todo o material necessário, providenciou tambem a perfuração de um poço para instalação de um chuveirão, que foi interditado pela Fiscalização Sub-Prefeitura Unamar... REALMENTE FICAMOS SEM ENTENDER O MOTIVO DESTA INTERDIÇÃO POIS, QUEM COMPARECEU AO LOCAL NÃO OLHOU PARA OS LADOS...TEM MUITAS COISAS PARA SEREM INTERDITADAS POR LÁ... (uma delas um buraco na esquina onde uma senhora de 84 anos tropeçou perto e quase quebrou a perna) E NÃO UM SIMPLES CHUVEIRO CUJO OBJETIVO PRINCIPAL É CONTRIBUIR COM AS ATIVIDADES ESPORTIVAS DO LOCAL AFINAL NO RIO DE JANEIRO NAS PRAIS A GENTE ENCONTRA CHUVEIROS E CHUVEIROS....
EM VISITA A UNAMAR, OBSERVAMOS QUE PESSOAS QUE NEM SEQUER RESIDEM, NO LOCAL, SÓ APARECEM NOS FERIADOS ESTÃO DERRUBANDO AS AMENDOEIRAS - NAS RUAS PROXIMAS VÁRIAS FORAM CORTADAS E NINGUÉM TOMA PROVIDÊNCIAS COM ESTE ABUSO, COM ESTA DESTRUIÇÃO.
INCLUSIVE AO ABORDAR UM CIDADÃO QUE JÁ HAVIA CORTADO A ÁRVORE QUANDO ME APROXIMEI, ALEGOU QUE É PARA NINGUÉM ESTACIONAR NA PORTA DELE... E DECLAROU QUE TINHA AUTORIZAÇÃO DA PREFEITURA...É BRINCADEIRA!
O Torneio teve o Patrocinio da "SORVETERIA ZICO", cujos Proprietários Sr. Coutinho e Dª.Zizi, contribuiram com a quantia de R$200,00, que foi dividido da seguinte forma :
1º Lugar= R$100,00 - 2º Lugar= R$60,00 - 3º Lugar= R$40,00
Paticipantes(Duplas): 1-Bolelli e Wagner2-Caio e Ciara3-Rafael e Ciro4-Manoel e Marcio5-Clone e Spant6-Willian e Paula7-André e Jeronimo8-Junior e Tiago
Classificação: 1º Lugar= André e Jeronimo - 2º Lugar= Clone e Spant - 3º Lugar= Caio e Ciara
O Jornal TOCHA - Esporte, Cultura e Meio Ambiente cobriu o evento.
NOTINHA DO JORNAL TOCHA: "SE VOCÊ NÃO PODE SOMAR... POR FAVOR NÃO VENHA DIMINUIR...." deveria ser prioridade dos setores competentes da Prefeitura de Cabo Frio olhar mais para a comunidade de Unamar, onde as crianças e os jovens são carentes de atividades esportivas e culturais...e os idosos só têm mesmo é Igreja para assistir os cultos e mais nada. Todos precisam de programas que envolvam a população em diversas atividades.
NOTINHA DO JORNAL TOCHA:
"Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro." (Albert Camus)