
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, foi eleito nesta quinta-feira (07/04), em São Paulo, o Executivo Empreendedor do ano pela Ernst & Young Terco.
Fundado por Deyse Cruz em abril de 1996 na cidade de Marica, o Jornal TOCHA - Esporte, Cultura e Meio Ambiente tem como objetivo principal, divulgar, promover e incentivar atividades esportivas e culturais;e atividades ligadas ao meio ambiente e a preservação da natureza. Conheça o PROJETO TOCHAVERDE e LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA Veja os blogs: WWW.TOCHAOFERTASIMOBILIARIAS.BLOGSPOT.COM - www.tochajuda.blogspot.com (e-mail: tochaverde@gmail.com) "Confie no Senhor e só nele creia"




Neste Dia do Jornalista, segue homenagem do prefeito André Mônica (Prefeitua de Araruama) Agradecemos a LBV-Maricá e a Prefeitura de Araruama a lembrança.
EXPRESSAMOS NOSSO PESAR DIANTE DO ACIDENTE, UMA VERDADEIRA TRAGÉDIA DE EXTREMA VIOLÊNCIA, QUE VITIMOU AS CRIANÇAS DA ESCOLA MUNICIPAL TASSO DA SILVEIRA, SITUADA NO BAIRRO DE REALENGO NO RIO DE JANEIRO. 



GENTE VEJA O TAMANHO DESTA CAUDA!!!! ESTE BICHINHO FICOU PASSEANDO, PRÁ LÉ E PRÁ CÁ, EM CIMA DE MEUS PÉS E, COMO EU ESTAVA FALANDO COM MINHA FILHONA, AO TELEFONE , E ESTAVA VENTANDO MUITO, IMAGINEI QUE ERA UMA FOLHA DE ÁRVORE OU UM PEDAÇO DE PAPEL . QUANDO OLHEI PARA BAIXO DEPAREI COM ELE OLHANDO FIXAMENTE NOS MEUS OLHOS... ACHO QUE ELE GOSTOU DE MIM, PORQUE EU O ADOREI. NÃO É LINDO!




RECEBEMOS VÁRIAS RECLAMAÇÕES DE DIVERSAS RUAS EM UNAMAR QUE NECESSITAM QUE A RETIRADA DE LIXO SEJA FEITA PELO SETOR COMPETENTE, IMEDIATAMENTE. NOSSA REPORTAGEM ESTEVE NA RUA DAS LONTRAS E CONSTATOU QUE A RUA ESTÁ MUITO SUJA E DE ACORDO COM INFORMAÇÕES DE MORADORES, ALEM DO LIXO EXISTE CAIXA DÁGUA EM CASAS VAZIAS SEM A DEVIDA TAMPA. (RUA DAS LONTRAS No 6 É UMA DELAS) A EQUIPE DE AGENTES QUE PASSOU NA RUA - DE ACORDO COM MORADOR - PASSOU APENAS DE UM LADO ALEGANDO QUE O OUTRO LADO DA RUA SERIA OUTRO AGENTE E NÃO ENTROU NAS TRAVESSAS. OS MORADORES PEDEM UMA ATENÇÃO DA SUBPRFEITURA COM URGÊNCIA POIS EXISTE NA RUA , COMPROVADAMENTE MAIS DE UM CASO DE DENGUE. LIGAMOS PARA A SUBPREFEITURA, HOJE -1O. DE ABRIL, AS 10:30 E A SENHORA QUE ATENDEU INFORMOU QUE O SR. DANIEL (A QUEM PROCURAMOS PARA SOLICITAR PROVIDÊNCIAS) NÃO ESTAVA E... SIMPLESMENTE DESLIGOU O TELEFONE SEM QUE NOS DESSE ALTERNATIVA PARA DEIXAR UMA MENSAGEM... NA MINHA OPINIÃO ESTA SENHORA NÃO ESTA CAPACITADA NEM PARA ATENDER UMA LIGAÇÃO...QUANTO MAIS PARA TRABALHAR EM UMA SUBPREFEITURA E ATENDER PESSOAS... - TODAS AS FOTOS SÃO DA RUA DAS LONTRAS EM UNAMAR
PADRE CORAJOSO O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições publicas. Pois bem, veja o que diz o Padre Antonio Pastore. “Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas… Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada! Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas. Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte. Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quarteis, onde os pequenos são constrangidos e torturados. Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento. É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças; das misérias e sofrimentos dos pequenos; dos pobres e dos menos favorecidos”. Padre Antonio Pastore * São Paulo/SP Fonte: FOLHA de SÃO PAULO
Abaixo o texto original da mensagem de Silvino Geremia, publicado na revista Exame: Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam este país: investir em educação é contra a lei. Vocês não acreditam? Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa. Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá. Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico. Este ano um fiscal do INSS visitou a empresa e entendeu que educação é salário indireto. Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS. Tenho que pagar 26 000 reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários? Eu acho que não. Por isso recorri à Justiça. Não é pelo valor, é porque acho essa tributação um atentado. Estou revoltado. Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1 000 vezes. O Estado brasileiro está falido. Mais da metade das crianças que iniciam a 1a série não conclui o ciclo básico. A Constituição diz que educação é direito do cidadão e dever do Estado. E quem é o Estado? Somos todos nós. Se a União não tem recursos e eu tenho, eu acho que devo pagar a escola dos meus funcionários. Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado. Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz. Se a moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar. Não temos mais tempo a perder. As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas. A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos. Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz. Vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum. Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo. Completei o 1o grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica. Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo. Eu precisava fazer minha empresa crescer. Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar. Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo. A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade. O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais. Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe. Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça. Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer. E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade. O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na Geremia. No mínimo, ele trabalhará mais feliz. Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz. Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados. Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado duas Mercedes. Teria mandado dinheiro para fora do país e não estaria me incomodando com leis absurdas. Mas não consigo fazer isso. Sou um teimoso. No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta. Quem vai fazer no seu lugar? Até agora, tem sido a iniciativa privada. Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado. As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais. Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários. Não é o meu objetivo. Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso: as pessoas. Eu sou mesmo teimoso. *Silvino Geremia é empresário em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.



